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Casa de Taipa

Nunca diga nordestino Que Deus lhe deu um destino Causador do padecer Nunca diga que é o pecado Que lhe deixa fracassado Sem condições de viver Não guarde no pensamento Que estamos no sofrimento É pagando o que devemos A Providência Divina Não nos deu a triste sina De sofrer o que sofremos.

Açude do Livramento

O açude fica as margens da BR-226, a cerca de 5 km da sede do Município.

Igreja de Santa Teresinha

O evento religioso tem grande participação popular, com a presença da comunidade local e de janduienses que moram em outras cidades do Rio Grande do Norte, em outros estados da federação e até de representantes de outros países..

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Secretaria municipal de saúde de Janduís RN realiza entrega de próteses dentária

Secretaria municipal de saúde de Janduís RN realiza entrega de próteses dentária dentro do programa  Brasil Sorridente  
O brasil sorridente é o programa do governo federal que tem mudado a Atenção da Saúde Bucal no Brasil. De modo a garantir ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal da população brasileira, o Brasil Sorridente reúne uma série de ações para ampliação do acesso ao tratamento odontológico gratuito, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). 



quarta-feira, 7 de outubro de 2015

PROJETOS IMPORTANTES PARA A NOSSA CATEGORIA SERÃO VOTADOS EM NOVEMBRO INCLUINDO O MAIS IMPORTANTE DELES O DO REAJUSTE ANUAL


ATENÇÃO AGENTES DE SAÚDE DO BRASIL
PROJETOS IMPORTANTES PARA A NOSSA CATEGORIA SERÃO VOTADOS EM NOVEMBRO INCLUINDO O MAIS IMPORTANTE DELES O DO REAJUSTE ANUAL

DEP André Moura dá entrevista a CONACS, confirma a votação do PL 1628/15 q regulamenta a insalubridade, a aposentadoria especial e o Bolsa Moradia, já para o início do mês de novembro.
E também afirma q o PL n° 2507/15 que garante o reajuste do Piso Salarial para R$ 1.093,00 em 2015 e ainda a data base de reajuste para os próximos anos no dia 28/02, deverá ser votado no Plenário da Câmara ainda em novembro, junto com a PEC do Pacto Federativo.
Logo estaremos divulgando na integra a entrevista do autor dos projetos de leis da insalubridade e do reajuste do piso Salarial dos ACS e ACE.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

PMAQ-AB NOVOS PADRÕES E INDICADORES DE QUALIDADE

PORTARIA Nº 1.645, DE 2 DE OUTUBRO DE 2015 Dispõe sobre o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB).


       São diretrizes do PMAQ-AB:
I - definir parâmetro de qualidade, considerando-se as diferentes realidades de saúde, de maneira a promover uma maior resolutividade das equipes de saúde da atenção básica;
II - estimular processo contínuo e progressivo de melhoramento dos padrões e indicadores de acesso e de qualidade que envolva a gestão, o processo de trabalho e os resultados alcançados pelas equipes de saúde da atenção básica;
III - transparência em todas as suas etapas, permitindo-se o contínuo acompanhamento de suas ações e resultados pela sociedade;
IV - envolver e mobilizar os gestores federal, estaduais, do Distrito Federal e municipais, as equipes de saúde de atenção básica e os usuários em um processo de mudança de cultura de gestão e qualificação da atenção básica;
V - desenvolver cultura de planejamento, negociação e contratualização, que implique na gestão dos recursos em função dos compromissos e resultados pactuados e alcançados;
VI - estimular o fortalecimento do modelo de atenção previsto na Política Nacional de Atenção Básica, o desenvolvimento dos trabalhadores e a orientação dos serviços em função das necessidades e da satisfação dos usuários; e
VII - caráter voluntário para a adesão tanto pelas equipes de saúde da atenção básica quanto pelos gestores municipais, a partir do pressuposto de que o seu êxito depende da motivação e proatividade dos atores envolvidos.


    O PMAQ-AB é composto por 3 (três) Fases e um Eixo Estratégico Transversal de Desenvolvimento que compõem um ciclo.
      O PMAQ-AB se refere a processos e fases que se sucedem para o desenvolvimento e a melhoria contínua da qualidadeda atenção básica.
      Cada ciclo do PMAQ-AB ocorrerá a cada 24 (vinte e quatro) meses.
      A Fase 1 do PMAQ-AB é denominada Adesão e Contratualização.
      Na Fase 1, todas as equipes de saúde da atenção básica, incluindo as equipes de saúde bucal e Núcleos de Apoio ao Saúde da Família, independente do modelo pelo qual se organizam, poderão aderir ao PMAQ-AB, desde que se encontrem em conformidade com os princípios da atenção básica e com os critérios a serem definidos no Manual Instrutivo do PMAQ-AB.
      O Distrito Federal ou o Município poderá incluir todas ou apenas parte das suas equipes de saúde da atenção básica na adesão ao PMAQ-AB.
      A Fase 2 do PMAQ-AB é denominada Certificação e será composta por:
I - avaliação externa de desempenho das equipes de saúde e
gestão da atenção básica, que será coordenada de forma tripartite e
realizada por instituições de ensino e/ou pesquisa, por meio da verificação
de evidências para um conjunto de padrões previamente
determinados;
II - avaliação de desempenho dos indicadores contratualizados
na etapa de adesão e contratualização, conforme disposto no art. 5º; e
III - verificação da realização de momento autoavaliativo pelos profissionais das equipes de atenção básica.
     As equipes contratualizadas avaliadas nos termos deste artigo receberão as seguintes classificações de desempenho:
I - Ótimo;
II - Muito Bom;
III - Bom;
IV - Regular; e
V - Ruim
     A Fase 3 do PMAQ-AB é denominada Recontratualização, que se caracteriza pela pactuação singular do Distrito Federal e dos Municípios com incremento de novos padrões e indicadores de qualidade, estimulando a institucionalização de um processo
cíclico e sistemático a partir dos resultados verificados na fase 2 do PMAQ-AB.
Parágrafo único. A Fase 3 será realizada pelas equipes que participaram do PMAQ-AB em ciclo anterior.


Esta matéria é parte da publicação no DOU de  (5 de outubro de 2015 ) para ver a publicação completa clique na imagem do DOU abaixo.

http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=05/10/2015&jornal=1&pagina=668&totalArquivos=908

TIRANDO DÚVIDAS.


Caros companheiros, muita polemica tem sido gerada em relação a digitação da ficha E-SUS, principalmente, porque as prefeituras estão orientando que esse trabalho seja feito pelos Agentes Comunitários de Saúde, quando deve ser feito por um digitador da unidade. 
Se for distribuído algum equipamento eletrônico aos agentes (tablete ou similar), para que no ato da visita domiciliar eles já digitem a E-SUS eletronicamente, tudo bem, mas fazer isso em substituição ao digitador, ao nosso ver, é desvio de função, mesmo que seja para digitar dados das famílias por eles assistidas. Se observarmos as atribuições dos ACS definidas na Lei Federal 11.350/2006 e na portaria 2.488 de 2011, podemos tirar a conclusão que digitar E-SUS não é atribuição dos ACS. Vejamos as atribuições definidas na lei e na portaria: LEI 11.350, DE 05 DE OUTUBRO DE 2006 Art. 3o O Agente Comunitário de Saúde tem como atribuição o exercício de atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde, mediante ações domiciliares ou comunitárias, individuais ou coletivas, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob supervisão do gestor municipal, distrital, estadual ou federal. Parágrafo único. 
São consideradas atividades do Agente Comunitário de Saúde, na sua área de atuação:
I - a utilização de instrumentos para diagnóstico demográfico e sócio-cultural da comunidade; II - a promoção de ações de educação para a saúde individual e coletiva; III - o registro, para fins exclusivos de controle e planejamento das ações de saúde, de nascimentos, óbitos, doenças e outros agravos à saúde; IV - o estímulo à participação da comunidade nas políticas públicas voltadas para a área da saúde; V - a realização de visitas domiciliares periódicas para monitoramento de situações de risco à família; e VI - a participação em ações que fortaleçam os elos entre o setor saúde e outras políticas que promovam a qualidade de vida. 
PORTARIA Nº 2.488, DE 21 DE OUTUBRO DE 2011 Do Agente Comunitário de Saúde: I - trabalhar com adscrição de famílias em base geográfica definida, a microárea; II - cadastrar todas as pessoas de sua microárea e manter os cadastros atualizados; III - orientar as famílias quanto à utilização dos serviços de saúde disponíveis; IV - realizar atividades programadas e de atenção à demanda espontânea; V - acompanhar, por meio de visita domiciliar, todas as famílias e indivíduos sob sua responsabilidade. (As visitas deverão ser programadas em conjunto com a equipe, considerando os critérios de risco e vulnerabilidade de modo que famílias com maior necessidade sejam visitadas mais vezes, mantendo como referência a média de 1 (uma) visita/família/mês); VI -desenvolver ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população adscrita à UBS, considerando as características e as finalidades do trabalho de acompanhamento de indivíduos e grupos sociais ou coletividade; VII - desenvolver atividades de promoção da saúde, de prevenção das doenças e agravos e de vigilância à saúde, por meio de visitas domiciliares e de ações educativas individuais e coletivas nos domicílios e na comunidade, como por exemplo, combate à Dengue, malária, leishmaniose, entre outras, mantendo a equipe informada, principalmente a respeito das situações de risco; e VIII - estar em contato permanente com as famílias, desenvolvendo ações educativas, visando à promoção da saúde, à prevenção das doenças, e ao acompanhamento das pessoas com problemas de saúde, bem como ao acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família ou de qualquer outro programa similar de transferência de renda e enfrentamento de vulnerabilidades implantado pelo Governo Federal, estadual e municipal de acordo com o planejamento da equipe. Só é permitido que o ACS desenvolva outras atividades nas unidades básicas de saúde ou USF, de esta for vinculadas às atribuições acima. 
Em face das atribuições dos agentes de saúde, e considerando que o trabalho de digitação exige a permanência dos ACS dentro da unidade de saúde e uso de computadores, considerando que nem todos têm aptidão técnica para manusear computadores, orientamos que os agentes comunitários de saúde entreguem os cadastros da família e individual e que a Unidade de Saúde se encarregue de fazer as digitações, por entendermos que essa função não é dos agentes. 
A imposição de digitar E-SUS deve ser ignorada pelos ACS, e caso seja feita de forma a constranger e ameaçar, se for filiado aos SINDAS nos procure, porque estaria configurado assédio moral. 
Os agentes de saúde já fazem muito, e como as atribuições consistem em buscativas externas, jamais poderíamos aceitar que as prefeituras sobrecarreguem os agentes com mais uma função. 
A finalidade das prefeituras é economizar com a contratação de digitadores. Se algum profissional da unidade de saúde digita sua produção, com certeza é por que lhe resta tempo E ele não vai para área, NÃO levar as porradas da população insatisfeita e nem tem que se deslocar dentro de áreas críticas. 
LEIAM ATENTAMENTE O MANUAL DA E-SUS

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O RISCO DA TROMBOSE PODE SER EVITADO

O RISCO DA TROMBOSE PODE SER EVITADO

Into lança alerta sobre o risco de trombose


Doença ocorre com maior frequência depois de cirurgias das áreas ortopédica e oncológica

        O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) intensificou as ações de prevenção à trombose entre o público em geral. A doença, que pode ser causada pelo entupimento de veias geralmente depois de cirurgia, corte ou mesmo pela falta de movimento, foi rastreada pelo Into entre pacientes que haviam saído da internação pós-procedimento cirúrgico. Do total de 7.560 cirurgias realizadas no ano passado, 151 dos pacientes retornaram ao Into em decorrência de trombose – ou seja, 2%.

          Para frear o aumento de casos, especialistas do Into lançaram um alerta para que os pacientes cumpram à risca todas as prescrições médicas depois de voltar para casa. O material educativo começou a ser distribuído neste mês de agosto para o público que circula diariamente pelo Instituto – 10 mil pessoas, entre pacientes, acompanhantes, visitantes e funcionários. Depois de cruzar os dados das internações e rastrear o problema, o Into realizou em julho uma campanha de conscientização e preparou o corpo funcional para tratar com ainda mais ênfase o assunto entre pacientes e acompanhantes durante a internação.


      “Trombose venosa é um problema infelizmente frequente depois de cirurgias ortopédicas e oncológicas, em especial. Por isso, é fundamental que os pacientes cumpram a prescrição de medicamentos mesmo que seja por longos períodos”, alerta o diretor do Into, João Matheus Guimarães. “As orientações sobre a prática de exercícios também devem ser todos os dias observadas para agilizar ao máximo a recuperação pós-cirúrgica e evitar a doença”.

         Os pacientes submetidos a cirurgias de joelho, quadril e trauma (como fraturas) são o principal foco de preocupações do especialista. Essas três subespecialidades cirúrgicas corresponderam a 80% dos casos verificados no ano passado em pacientes que retornaram ao Into depois de operados. O percentual de ocorrência de trombose foi de 4,7% em pacientes submetidos a cirurgia de joelho, de 2,9% nos casos de cirurgia de trauma e de 2,8% nos de cirurgia de quadril. O rastreamento e ações de prevenção à trombose integram o Programa Nacional de Segurança do Paciente.

       A trombose que pode ocorrer após uma cirurgia ortopédica é geralmente localizada nas pernas, provocando entupimento da veia, causando dor e inchaço. Às vezes coágulos podem se soltar, viajando pelo sangue até ‘encalhar’ no pulmão, o que é chamado de embolia pulmonar. Essa condição, que provoca uma súbita falta de ar, pode ser bastante grave e exige atendimento imediato.

COMO PREVENIR:

Manter-se em movimento, se possível, fazer atividades físicas rotineiramente.





Ingerir bastante líquido.
Procure sempre tirar dúvidas em relação a este assunto com um profissional de saúde.
Caso você tenha que fazer algum tratamento ou tomar algum medicamento, como prevenção de trombose, não fique com dúvidas e pergunte sempre.
OS PRINCIPAIS SINTOMAS DO PACIENTE QUE DESENVOLVE COÁGULO SANGUÍNEO:

Uma dor diferente da dor da cirurgia
Vermelhidão ao longo da perna (que aparece de repente ou inchaço que está piorando)
Inchaço na perna (que apareceu de repente ou inchaço que está piorando)
Aumento da temperatura (calor) da perna que está doendo
Respiração curta e rápida e palpitações, podendo acontecer algum desmaio
Tosse com sangue
Dor no peito ou nas costas (que não é comum)
O QUE PODE REDUZIR OS RISCOS:

Evitar o aumento do peso corporal
Movimentar-se ao máximo no dia, respeitando as limitações orientadas pela equipe de saúde
Realizar exercícios recomendados pela equipe de saúde
Parar de fumar
Ingerir líquidos (cerca de 2 litros/dia)
Seguir à risca as instruções dadas sobre a medicação preventiva



      A doença se dá pela formação de coágulos nas veias da perna, conhecida como trombose venosa profunda, e no coração, chamada de fibrilação atrial. Segundo Salo Buksman, médico do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), a trombose venosa ocorre com muita frequência no pós-operatório de cirurgias ortopédicas e também em situações de câncer. “São coágulos que se formam em veias das pernas, que têm o risco de se soltar e encalhar no pulmão, provocando um quadro de embolia pulmonar, que é potencialmente letal”, explica.



       A doença também pode causar sérios danos ao coração: “É que existe uma arritmia cardíaca chamada fibrilação atrial, que provoca formação de coágulos dentro do coração, que podem se soltar e provocar um acidente vascular cerebral ou uma gangrena”, completa Salo.


Causas

Os coágulos de sangue podem se formar quando algo retarda ou altera o fluxo de sangue nas veias. Os fatores de risco incluem:

Após um cateter de marcapasso ter sido passado através da veia na virilha
Repouso absoluto (ficar sentado por muito tempo)
Hábito de fumar
Histórico familiar de coágulos sanguíneos
Fraturas na pélvis ou nas pernas
Parto nos últimos 6 meses
Insuficiência cardíaca
Obesidade
Cirurgia recente (especialmente cirurgia de quadril, joelho ou cirurgia pélvica feminina)
Glóbulos sanguíneos em excesso sendo produzidos pela medula óssea (policitemia vera), tornando o sangue mais denso e lento do que o normal
 Tratamento

       Além dos medicamentos recomendados pelos médicos, indicados para quem tem algum fator de risco, a população em geral também deve tomar algumas medidas preventivas durante voos prolongados para evitar o problema.

         “Evitar a bebida alcoólica, porque provoca a desidratação, que favorece a trombose. Pelo contrário, procurar ingerir bastante água, sucos, refrigerantes, para ficar hidratado, com isso a pessoa vai mais ao banheiro e essa movimentação ajuda a fazer a circulação de sangue pelas veias. São medidas, além do remédio, que podem atenuar os riscos”, afirma Buskman.



Trombose pode ser evitada com alimentos que melhoram circulação

         A trombose, causada pela formação de trombos no coração ou em vasos sanguíneos, pode ser evitada com a ingestão regular de alimentos que melhoram a circulação. 
      Os ricos em vitamina C (como frutas cítricas e vermelhas) e flavonóides (frutas vermelhas, cebola roxa) são indicados para evitar a formação de trombos. Eles funcionam como antioxidante e fortalecem as paredes dos vasos, com a redução da fragilidade e do extravasamento do sangue. Peixes de água fria, linhaça e chia contém ômega-3 são opções porque evitam a formação de coágulos e aumentam a fluidez sanguínea. O ban-chá (chá verde) também é indicado.
        Segundo especialistas, pessoas com mais de 40 anos estão mais susceptíveis a ter uma trombose e o grupo de risco da enfermidade é formado por mulheres que utilizam pílulas anticoncepcionais, ou tem histórico familiar da doença, ou que fez abortos recorrentes, teve eclampsia (convulsões na gravidez), ou mesmo obesidade, tabagismo e alcoolistas.
       O tratamento da trombose adequado deve ser prescrito por um médico e muitas vezes com o uso de medicamentos. É aconselhável também evitar alimentos ricos em vitamina K que alteram o sistema de coagulação. Estão nessa lista, vegetais verdes escuros e miúdos, que devem ser ingeridos com cautela. Sal e alimentos embutidos, ricos em sódio (sal), precisam também ser evitados porque comprometem a circulação sanguínea.

domingo, 27 de setembro de 2015

Ser Agente Comunitário de Saúde (ACS)



Ser Agente Comunitário de Saúde (ACS) é antes de tudo, ser alguém que se identifica, em todos os sentidos, com sua própria comunidade, principalmente na cultura, linguagem e costumes.
Ser agente de saúde é ser povo, é viver dia a dia a vida da comunidade. È ser elo entre as necessidades de saúde da população e o que pode ser feito para melhorar suas condições de vida, é ser a ponte entre a população e os profissionais e serviços de saúde.
São instrumentos de trabalho do ACS: a entrevista, a visita domiciliar, o cadastramento das famílias, o mapeamento da comunidade e as reuniões comunitárias.
O ACS precisa desenvolver habilidades para lidar com o seu tempo, com o excesso de tarefas, com as críticas, com a dificuldade de preservar o seu espaço familiar e o tempo de descanso com a ação de seu trabalho, ou  seja, precisa aprender a separar a sua vida particular com a sua função de agente comunitário.
Devido ao vínculo  com a comunidade os ACS são essenciais nas atividades relacionadas à informação e comunicação em saúde porque  estão inseridos nas comunidades e são indivíduos com os quais o cidadão pode se identificar mais rapidamente, numa relação confiável, característica essencial quando a temática é saúde. Propiciando juntamente com os demais profissionais da Equipe de Estratégia da Saúde da Família (ESF) uma intervenção mais efetiva nos fatores agravantes a saúde do indivíduo.

A profissão de Agente Comunitário de Saúde (ACS) foi criada pela Lei n°10.507, de 10 de julho de 2002, que define seu exercício como exclusivamente no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele realiza atividades de prevenção de doenças e promoção de saúde, mediante ações domiciliares ou comunitárias, individuais ou coletivas.



Semana dedicada aos ACS/ACE

BOM DIA COMPANHEIRADA!!! Semana dedicada aos ACS/ACE. Acredita-se que por serem (os ACS) pessoas do povo, não só se assemelham nas características e anseios deste povo, como também preenchem lacunas, justamente por conhecerem as necessidades desta população. Acredito que os ACS são a mola propulsora para a consolidação do Sistema Único de Saúde, (SUS) a organização das comunidades e a prática regionalizada e hierarquizada de assistência, na estruturação dos distritos sanitários. Ser ACS é ser povo, é ser comunidade, é viver dia a dia a vida daquela comunidade.(...) É ser o elo de ligação entre as necessidades de saúde da população e o que pode ser feito para melhorar suas condições de vida. É ser a ponte entre a população e os profissionais e serviços de saúde. O ACS é o mensageiro de saúde de sua comunidade.




quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Neuropsicologia e sua influência na Educação e Saúde em Janduis

A Neuropsicologia trata da junção entre a psicologia e a neurologia cujo objetivo é estudar as relações existentes entre o funcionamento do Sistema Nervoso Central (SNC), as funções superiores e o comportamento, em condições normais e patológicas.

O jardim Escola Creche Tia Alice em janduis realiza estudo com professores e o Dr André da neuropsicologia da equipe de saúde do nosso município. 

O estudo aborda a fase do crescimendo e desenvolvimento  e sua área de atuação  em clínica infantil na educação.

DR. ANDRÉ SOARES DO NASCIMENTO.
NEUROPSICÓLOGO
CRP 0930 RN

LAZARO ROBERTO ACS.





sábado, 19 de setembro de 2015

Agentes de Saúde (ACS/ACE) Terão suas atividades regulamentadas, Insalubridade, Aposentadoria Especial e Bolsa Moradia

Agentes de Saúde (ACS/ACE) Terão suas atividades regulamentadas, Insalubridade, Aposentadoria Especial e Bolsa Moradia

AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE E DE COMBATE ÀS ENDEMIAS TERÃO SUAS ATIVIDADES REGULAMENTADAS ATRAVÉS DO PL N.º 1.628/15 DO DEPUTADO ANDRÉ MOURA.

ASPECTOS DA PROPOSTA:

Regulamentação da Insalubridade dos ACS e ACE de 20% a 40%
, Aposentadoria Especial de 15 (quinze) ou 20 (vinte) anos de trabalho em condições insalubres e Bolsa Moradia para os ACS - Agentes Comunitários de Saúde que não possuírem Moradia comprovada.

‪#‎ValorizaçãoProfissional‬

O líder do PSC, deputado André Moura, protocolou nesta quarta-feira (21) o projeto de lei 1.628/15, que regulamenta as atividades dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias, suas condições de trabalho, e seus direitos previdenciários, oriundos da Emenda Constitucional 51/2006.

A proposta altera a Lei 11.350/06.

Durante a assinatura do projeto, vários agentes agradeceram o empenho deMoura e da bancada do PSC em defender os direitos da categoria.

“O deputado André Moura tem toda a nossa confiança e admiração.
Graças a Deus podemos contar com homens sérios dentro da Câmara, que lutam de verdade pelos direitos dos trabalhadores”, afirmou a vice-presidente da CONACS (Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde), Ilda Angélica Correia.

Atlântida do Sertão' vira atração no fundo da maior barragem do RN

Atlântida do Sertão' vira atração no fundo da maior barragem do RN
Antiga São Rafael foi inundada pelas águas da Armando Ribeiro há 30 anos. Nível do reservatório chegou a 25% da capacidade, o mais baixo da história.
18/09/2015 09h29 - Atualizado em 18/09/2015 11h39
Por Anderson Barbosa, Fred Carvalho e Kleber Teixeira
Do G1 RN
Ruínas da igreja da antiga São Rafael atraem visitantes para a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, no Oeste potiguar; a cúpula, que desabou há alguns anos, é o símbolo maior do que restou da velha construção destruída pelas águas que inundaram o lugar  (Foto: Anderson Barbosa/G1)Ruínas da igreja da antiga São Rafael atraem visitantes para a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, no Oeste potiguar; a cúpula, que desabou há alguns anos, é o símbolo maior do que restou da velha construção destruída pelas águas que inundaram o lugar (Foto: Anderson Barbosa/G1)
Ruínas da antiga São Rafael, inundada durante a construção do maior reservatório do Rio Grande do Norte, tornaram-se atrações turísticas. A 'Atlântida do Sertão', como foi apelidada a velha cidade, ressurgiu por causa da longa estiagem que atinge o estado. As águas baixaram tanto que revelaram o que restou de alguns dos prédios encobertos há mais de 30 anos pelas águas da barragem. A igreja e o cemitério estão lá. Na época, segundo o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), 730 famílias tiveram quer ser reassentadas em um ponto mais alto do município.
Para ver de perto os efeitos da estiagem no interior potiguar, equipes do G1 e da Inter TV Cabugi percorreram aproximadamente 1.400 quilômetros durante cinco dias. Foram visitadas 19 cidades no Seridó e Oeste – regiões que mais vêm sofrendo com a escassez. Em colapso no abastecimento d’água estão Acari, Antônio Martins, Carnaúba dos Dantas, Currais Novos, João Dias, Luís Gomes, Paraná,Pilões, Riacho de Santana, São Miguel eTenente Ananias.
Já em Apodi, Caicó, Jucurutu, Lucrécia,Parelhas, Pau dos Ferros e São Rafael, foi constatado que o nível dos açudes e reservatórios vem baixando rapidamente e que a paisagem está mudando a cada dia, incluindo a barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, que fica em Itajá. Com capacidade para armazenar até 2 bilhões e 400 milhões de metros cúbicos de água, a barragem possui atualmente 25% deste total. É o mais baixo volume dos 30 anos de sua história.
No fundo do reservatório, é possível chegar de carro até a velha igreja da cidade. Ela ainda tem as fundações submersas, mas dá pra subir nos escombros. Já o antigo cemitério, reapareceu por completo, revelando túmulos e cruzes. Casas, lojas e até o que um dia foi um posto de combustíveis também estão aparentes.
Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, está com 25% da capacidade. Este é o mais baixo volume de sua história   (Foto: Anderson Barbosa/G1)Armando Ribeiro, maior barragem do RN, está com 25% da capacidade (Foto: Anderson Barbosa/G1)
O servidor público Luiz Tertuliano, de 59 anos, mora na vizinha cidade de Itajá. Ele foi a São Rafael e desceu até a cidade antiga só para ver as construções. “Estive aqui em 2010. A água batia no teto da igreja e a cúpula ainda estava de pé. O cemitério é novidade para mim”, revelou.
Além da velha igreja, as ruínas do cemitério da antiga São Rafael também atraem visitantes para a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, no Oeste potiguar (Foto: Anderson Barbosa/G1)Ruínas do cemitério da antiga cidade também atraem visitantes (Foto: Anderson Barbosa/G1)
‘Atlântida do Sertão’
A nutricionista Elizabeth Noronha, de 35 anos, saiu de Natal bem cedinho só para ir conhecer as ruínas, que ficam a pouco mais de 210 quilômetros da capital. Ela contou que amigos estiveram recentemente em São Rafael e ficaram maravilhados com a ‘Atlântida do Sertão’, apelido que a antiga cidade ganhou em alusão à lendária ilha da antiguidade. Nos contos de Platão, Atlântida teria afundado em algum ponto desconhecido do oceano Atlântico. “Fiquei curiosa. Como não posso ir a Atlântida da mitologia, vim conhecer a Atlântida dos nordestinos”, brincou.
Ruínas da antiga cidade de São Rafael, inundada para a construção da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, se tornaram atrações turísticas (Foto: Anderson Barbosa/G1)Ruínas da antiga cidade se tornaram atrações turísticas (Foto: Anderson Barbosa/G1)
Quem está tirando proveito das ruínas, para não dizer do baixo volume da barragem, é o comerciante Isaías Leopoldino Tavares, de 75 anos. Na nova cidade, ele possui um bar. Contudo, depois que a antiga cidade começou a atrair visitantes, ele montou uma barraca bem pertinho das construções. “A água vai baixando e eu vou junto”, disse ele.
‘A água vai baixando e eu vou junto’, diz o comerciante Isaías Leopoldino Tavares, de 75 anos (Foto: Anderson Barbosa/G1)‘A água vai baixando e eu vou junto’, diz Isaías
Leopoldino Tavares, de 75 anos
(Foto: Anderson Barbosa/G1)
Na barraca, Isaías vende cerveja, refrigerante, peixe e batatas fritas. “E tem água também”, sorriu. “Nos fins de semana isso aqui fica lotado. Dá pra fazer um dinheirinho”, acrescentou. “Chego a ganhar uns R$ 1 mil”, revelou.
O comerciante contou que morou na antiga cidade, mas que a casa onde cresceu ainda está embaixo d’água. “Era mais lá pro meio”, apontou. “Tivemos que ir embora por causa da obra da barragem. Fui morar em Serra do Mel na época. Faz 12 anos que voltei. Prefiro ver o açude cheio, mas sinto saudade quando olho e vejo as casas aparecendo”, destacou.
Emergência
Segundo o serviço de meteorologia do estado, esta é a pior seca dos últimos 100 anos. E para o ano que vem as previsões não são otimistas. Dos 167 municípios potiguares, 153 estão em estado de emergência em razão da estiagem prolongada. Destes, 122 são abastecidos por caminhões-pipa. O decreto foi publicado pelo governo do estado no dia 28 de março deste ano e tem validade de 180 dias. Segundo o documento, as chuvas ocorridas no segundo semestre do ano passado e início de 2015 foram insuficientes para a formação de estoques de água potável nos reservatórios.
Seca que assola o interior do Rio Grande do Norte vem causando a morte de muitos animais e prejuízos para economia do estado (Foto: Anderson Barbosa/G1)Seca que assola o interior do Rio Grande do Norte vem causando a morte de muitos animais e prejuízos para economia do estado (Foto: Anderson Barbosa/G1)
Para decretar a emergência, o governo consultou a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), que previu chuvas abaixo da média histórica para este ano, além de também levar em consideração os R$ 3,8 bilhões de prejuízo causados pela escassez hídrica em 2014.
Info Seca RN (Foto: G1/RN)
fonte:g1